29 de outubro de 2013

Resenha: O Hobbit


 
Ao tirar O Hobbit da estante, você percebe que está segurando um dos clássicos literários do milênio passado. Logo, você abre o livro e se depara com figuras e mapas detalhadamente impecáveis, tais caprichados com bastante fidelidade à história narrada por J. R. R. Tolkien.
Então, finalmente, lemos o livro. Embora, de primeira impressão, pudessemos classificar O Hobbit como uma história extremamente melancólica e cansativa, num piscar de olhos, já estamos apaixonados pelo universo criado por Tolkien. Porém, o que nos fez sentir algo tão forte pelo livro de repente? A forma de como ele é narrado? O mundo que o mesmo se passa? A comédia dos anos 30? Bem, ninguém sabe... e este é um dos fatores que prende o leitor no prelúdio de O Senhor dos Anéis.
A história é a seguinte: Bilbo Bolseiro é um hobbit que tinha uma vida simples e não muito agitada, assim como as de diversos guerreiros espalhados na Terra-Média. Porém, sua vida estaria prestes a mudar quando Gandalf, o Cinzento, acompanhado de vários outros anões, batem na porta d'O Bolsão (a toca onde Bilbo vive). O mago pede para que o hobbit os ajudem para roubar o tesouro guardado por Smaug, o Magnífico, um temido dragão. No final das contas, Bilbo aceita, e a partir daí, se inicia a aventura.
Enquanto lemos O Hobbit, também são listados nomes de seres mitológicos, como os anões - já citados acima -, os orcs, os trolls, os elfos, os trasgos, os wargs, entre vários outros.
O Hobbit, simplesmente, não pode ter sua qualidade justificada apenas pelas palavras de um simples resenhista, mas sim com as palavras vindas das páginas do próprio livro.
É realmente uma pena não termos Tolkien entre nós para agradecermos o seu cativante trabalho feito em O Hobbit.

Resenha por Gabriel Haguiô


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