29 de outubro de 2013

Resenha: Alice no País das Maravilhas

Hoje venho resenhar um clássico. Sim, sim, sim... aquele livro que já ouvimos falar desde nossa infância... Alice no País das Maravilhas. A capa do livro é maravilhosa, sem mencionar a ilustrações, são lindas demais. Com o livro é possível até mesmo dar ótimas gargalhadas lendo.

O livro inicia-se com a curiosidade de Alice, a menininha travessa que segue um coelho branco apressado, levando-a para o País das Maravilhas, lá Alice conhece animais que falam, comidas e bebidas que a faz crescer e diminuir de tamanho e até mesmo uma lagarta azul que fuma narguilé. Para Alice, tudo aquilo é maluco. Animais falantes? Até então, a pobre menina só lidava com Dinah, sua gatinha que não falava.
A história é narrada de forma incrível. Os personagens são bem construídos e sinceramente, alguns deles são apaixonantes. Lewis Carroll nos leva totalmente para o País das Maravilhas, e realmente, nos faz acreditar que ele existe (quem sabe, né?).

Logo nos primeiros capítulos, Alice questiona de forma divertida quem seria ela:

"Eu tenho certeza que não sou Ada", ela disse, "porque os cabelos dela são enrolados e os meus não. E eu tenho certeza que não sou Mabel porque sei muitas coisas e ela, oh! Ela sabe tão pouco"

Lewis retrata Alice como uma menina muito esperta, e diga-se de passagem: adorável. Em muitos momentos da história Alice diz coisas que não deve, e ela mesma admite isso.



Os personagens de Lewis têm detalhes bastante marcantes, podemos citar por exemplo, a Rainha de Copas, que vive dizendo "Contem-lhe a cabeça"... O gato Cheshire que de costume, sorri. Sem dúvidas, serão sempre lembrados.

Mas com toda certeza: Alice no País das Maravilhas é um dos clássicos que merece ser lido, mas vale lembrar que o livro é um nonsense (um nonsense incrível <3), então, não espere ver lógica em tudo.


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