Desde que fora forçada a viver entre os Selvagens, Ária sobreviveu a uma tempestade de Éter, quase teve o pescoço cortado por um canibal, e viu homens sendo trucidados. Mas o pior ainda estava por vir... Banida de seu lar, a cidade encapsulada de Quimera, Ária sabe que suas chances de sobrevivência no mundo além das paredes dos núcleos são ínfimas. Se os canibais não a matarem, as violentas tempestades elétricas certamente o farão. Até mesmo o ar que ela respira pode ser letal. Quando Ária se depara com Perry, o Forasteiro responsável por seu exílio, todos os seus medos são confirmados: ele é um bárbaro violento. É também sua única chance de continuar viva.
A primeira coisa que me chamou atenção no livro foi a capa e as frases que continham nela. Quando comecei a ler me surpreendi mais. A história, narrada em 3ª pessoa, divide a perspectiva entre Ária e Perry. Escrita pela autora carioca, Veronica Rossi, que atualmente reside na Califórnia. A história faz o leitor não largar do livro, desde a primeira a última página!
Quimera é uma cidade encapsulada, onde os habitantes nunca viram o sol e as estrelas, onde os habitantes não têm doenças e não sofrem com dores. Para relevar a vida monótona de Quimera, seus habitantes tinham a capacidade de ir para qualquer lugar virtual, criado pelos engenheiros, usando um olho mágico. O lado de fora do núcleo, conhecida como "A Loja da Morte" é temida por todos habitantes, pois lá havia mil formas de morrer.A história começa quando Ária quebra as regras de segurança de Quimera, e é expulsa do núcleo, posta a viver na loja da morte.
Sem chão e sem saber para onde ir, ela encontra um Selvagem, Perry. Eles formam uma aliança, já que os dois estão atras de uma pessoa. Ária querendo encontrar sua mãe que mora em outro núcleo, Nirvana, responsável por estudos científicos. E Perry que perdeu seu sobrinho. Eles enfrentam muitos desafios como ataque de canibais e as chuvas de Éter. O segundo livro da Trilogia ainda não foi publicada no Brasil .
OPINIÃO
OPINIÃO
A história não é massante e é bem desenvolvida. Personagens com características fortes e originais. Cada capítulo é narrado por um personagem, Perry ou Ária, e isso faz a leitura ser menos cansativa. Cada página eles encontravam um desfio novo e isso fez a leitura ser incrível. Recomendo a todos que gostam de uma boa Distopia.
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